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Lucas Dittrich vence a 1ª da “Batalha das Nações” pela VAR GT3 Series.

Ao contrário do futebol onde o Brasil leva uma histórica vantagem nos confrontos contra nossos vizinhos peruanos , no automobilismo virtual, a história é bem diferente. Quando o assunto é corridas on-line, “eles”, os peruanos, tem obtido ultimamente grandes resultados e títulos pelas competições e ligas tupiniquins. Não é a toa que cada vez mais a comunidade tem abraçado e “rivalizado”, no bom sentido, as disputas pelas corridas nos mais variados terrenos, em especial, no simulador rFactor 2. E foi nesse clima que caminhamos para a estreia da VAR GT3 Series lá no velho continente, no “novíssimo” traçado de Zandvoort, na Holanda, que recebeu 24 carros dentre as máquinas mais desejadas da classe GT3.

O grid técnico e o equilíbrio da disputa se deram logo na sessão classificatória. Nas 10 primeiras posições, cinco eram brasileiros e outros cinco peruanos, sendo que 8 destes conseguiram voltas dentro no mesmo segundo. O pole-position Alessandro Silva (Fast Lap Esports) puxou o pelotão com a marca de 1.33:356, tendo Lucas Dittrich (BlackBirds Racing) com o tempo de 1.33:407 fechando a 1ª fila. Alexandre Paumgartten (BlackBirds Racing) saiu em 3º girando em 133:591, Giancarlo Velarde (GV Racing) em 4º com 1.33:831 enquanto que seu conterrâneo e companheiro de equipe Martin Garrido, fechou top five da classificação com o tempo de 1.33:840. Com o final da sessão, a expectativa era alta para o início da corrida e das disputas por posições na pista.

 

Após uma largada tranquila as posições permaneceram basicamente sem alterações, e os pilotos começaram a sentir na pele que a nova curva de acesso a reta principal, que agora conta com inclinação de circuito oval da NASCAR, de nada ajudava nas possibilidades de ultrapassagem entre carros e pilotos tão equilibrados. Formou-se então no traçado holandês uma verdadeira “fila-indiana”, onde ultrapassagem era um movimento quase que inexistente na corrida. Os pilotos contavam com erros dos adversários, porém, os erros praticamente não eram vistos, e assim foi durante boa parte do primeiro stint da prova. Pouquíssimas manobras eram tentadas, menos ainda obtinham sucesso, e os pilotos deram “show” no quesito esportividade e fair-play, mostrando que, sim, é possível termos uma boa corrida sem muitas ultrapassagens desde que haja o respeito entre todos.

 

Então vieram as primeiras paradas e uma situação não prevista que começaria a mudar o rumo da disputa. A pista recém-lançada pelo Studio397 contava com linhas de corte bastante criteriosas. Alguns pilotos não se deram conta, ou mesmo cientes, não conseguiram evitar os famosos “cut-tracks”. Dentre eles estava o até então líder da prova Alessandro Silva que recebeu um Drive-Through do simulador, abrindo espaço para Lucas Dittrich assumir a ponta da corrida e acelerar para sua vitória na estreia da categoria. Lucas ainda teve que resistir aos ataques do Corvette do seu companheiro de equipe A. Paumgartten, que chegou a liderar a prova assim que Lucas parou. Entretanto, Paumgarttten também recebeu um Drive-Through que o fez perder a 2ª posição para Giancarlo Velarde, que foi o melhor peruano da noite. Na sequência fecharam Martin Garrido em 4º e Alessandro Silva que salvou o 5º lugar.

 

 

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